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The WHY Portugal music business cluster is a new music exchange platform, and has the honour of collaborating with this year’s Westway LAB PRO conference in hosting a “year zero” pre-edition of its future WHY Portugal Event.
Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.
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Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

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This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

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This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

No final da manhã de sábado, o Westway propõe uma experiência única: um encontro na Penha, com a combinação de três dimensões que caracterizam a cidade de Guimarães - paisagem natural, cena artística e gastronomia minhota. Criamos assim um momento original, onde convidados nacionais e internacionais ficarão a conhecer alguns protagonistas da cena musical local, apreciando a paisagem citadina do alto da Montanha da Penha. Uma jornada a culminar num pequeno momento gastronómico na Adega do Ermitão, para os participantes desta nova aventura.

Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
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A distância geográfica e cultural entre países, apesar de poder ser aparentemente inibidora, nem sempre é fator impeditivo para que a corrente de exportação musical se possa desenrolar, como é o caso entre a Coreia do Sul e Portugal. Este mercado distante tem sido visitado com alguma regularidade por artistas e seus agentes, gerando um eixo de trabalho novo, que está em exploração. Para melhor situarmos o interesse e o potencial desta relação, Dalse Yoonyoung Kong, do Zandari Festa, encontra-se com três profissionais que já visitaram a cena sul-coreana. Um admirável mundo novo a desabrochar.

Em tempos de métricas, algoritmos e profundos hábitos digitais, abordamos a importância da música ao vivo e da resistência desta prática que, aparentemente, está ameaçada pela sustentabilidade do seu modelo de negócio. Juntamos exemplos de perseverança (CAAA e Texas Bar) com novas formas de pensar a defesa da vitalidade da interação entre públicos, artistas e territórios (Malfeito). Uma conversa sobre o corpo presente e a energia de sermos humanos através da música ao vivo.

Este workshop oferece a músicos e agentes conhecimentos essenciais sobre mobilidade artística e internacionalização, abordando ferramentas práticas para compreender requisitos de vistos, obrigações fiscais e boas práticas na organização de digressões. Serão discutidos temas como gestão financeira de tours, identificação de parceiros locais e estratégias para alcançar novos públicos em diferentes territórios. A sessão será conduzida por Jess Partridge, diretora executiva da European Music Managers Alliance (EMMA) e membro da equipa da European Music Exporters Exchange (EMEE), cuja atividade se centra na exportação musical, desenvolvimento de talentos e criação de oportunidades internacionais para o setor.

A música alimenta um sistema de criação de riqueza cultural, económica e social, que, por sua vez, leva à formação de verdadeiras comunidades, fortalecendo relações e geografias que, de outro modo, teriam mais dificuldades em criar essa coesão orgânica. Apresentamos, no Westway MEETING, três exemplos de criação de comunidade a partir da força da música e do envolvimento das populações com artistas e profissionais. Um modo de entender a vida e valorizá-la, a partir do território onde ela escolhe manifestar-se de forma singular.

Os modelos de desenvolvimento de carreira, as oportunidades para a emergência de talento, as estratégias de internacionalização e a transmissão de conhecimento são pontos importantes de um ecossistema europeu, que tem tentado ultrapassar os grandes desafios atuais da sustentabilidade, da igualdade de oportunidades e da concentração de poder das multinacionais. Três vozes do norte, centro e sul europeus debatem a realidade do setor e a alteração da paisagem provocada pela velocidade e pelo domínio digital do consumo.

O cruzamento de contactos e a partilha de áreas de interesse no setor da música são essenciais para a expansão do conhecimento e dos negócios. A WHY Portugal promove uma Pitch Session para impulsionar a troca entre profissionais portugueses e estrangeiros, possibilitando o estreitamento de laços e a criação de novas oportunidades de colaboração entre os participantes.

Num mercado em que a música é hoje produzida e distribuída essencialmente em ambiente digital, a indústria musical transformou-se numa indústria de direitos baseada no acesso e não na venda de produtos físicos. Nesta sessão serão apresentados os conceitos fundamentais relacionados com direitos de autor e direitos conexos, as diferentes formas de utilização de obras e prestações artísticas e os mecanismos de gestão e remuneração no contexto digital. O workshop abordará ainda os desafios emergentes associados à inteligência artificial, promovendo uma reflexão sobre os impactos desta tecnologia na criação, distribuição e valorização da música.

Há uma nova geração de profissionais na indústria musical que precisa de ser reconhecida e ter espaço para intervenção e crescimento. Este painel dá continuidade a um dos objetivos da edição anterior, juntando vozes ativas desta nova vaga de profissionais, empenhados em fazer a diferença e renovar perspetivas sobre como curar, produzir e gerir música. Um novo mundo, enfrentando muitas adversidades perante o turbilhão das mudanças de mercado, mas empenhado em resistir e desenvolver uma nova forma de estar e gerar um tipo de valor diferente para a indústria musical.

O que é o audio branding? Pode dizer-se, neste caso, que se trata da gestão estratégica da identidade sonora de um artista ou de uma banda, utilizando sons, música e voz para gerar um campo emocional e exponenciar a relação com o público. Para entendermos melhor o potencial deste marketing sensorial, teremos dois especialistas – Fadi Nasr e Mari Paz – que vão abordar este campo de exploração, a partir do seu conceito e da sua aplicabilidade concreta em reportório musical.

O futuro da indústria musical passa pela integração e empoderamento das novas gerações de forma progressiva, mas antes disso talvez seja importante pensar que há um imenso espaço por ocupar dessa realidade nas Escolas, não só pela via do ensino, mas também pela sua vivência e pelos modos de produzir essa fruição nesses centros de conhecimento. Juntamos, neste painel, três representantes de outros tantos singulares projetos, que nos comprovam o quanto este campo pode ser inovador e catalisador de interesses, em tenra idade de formação crítica.

Um dos temas importantes da atualidade, e em particular no contexto do setor da música, é a saúde mental, que ganha ainda mais impacto quando as comitivas estão em digressão por tempo prolongado e têm de despender um grande esforço físico e mental. Discutimos o problema e como enfrentá-lo, a partir de um painel de profissionais que têm estado na linha da frente do problema. Vamos ouvir a partilha de estórias e também de possíveis ideias para combater uma situação que é cada vez mais decisiva para a longevidade das carreiras na indústria musical.

A sessão dedicada à gestão de carreira artística abordará as responsabilidades centrais do management — desde a definição da visão e do posicionamento artístico até ao planeamento estratégico, desenvolvimento de equipas, negociação, financiamento e internacionalização. Num contexto global cada vez mais competitivo, serão também discutidos os desafios atuais enfrentados pelos managers. Com uma abordagem prática e baseada em casos reais, esta sessão pretende dotar jovens profissionais de ferramentas para estruturar projetos artísticos, construir relações de confiança com artistas e potenciar oportunidades de crescimento a nível nacional e internacional.
Empresário musical, Stefan Schurter é fundador e diretor executivo da Deepdive Music, Deepdive Records e Deepdive Publishing, e fundador e copresidente da MMFSuisse – Music Managers Forum Switzerland, associação membro da International Music Managers Forum (IMMF). Participa regularmente em conferências e festivais internacionais como Eurosonic, Reeperbahn Festival, The Great Escape, Tallinn Music Week e ILMC London.

No Westway vamos ter o privilégio de assistir a uma conversa entre duas figuras icónicas da cultura da música eletrónica em Portugal e a nível internacional. Profundamente conhecedores da história da música de dança e altos contribuintes para a formação e a reputação da cena no país e além-fronteiras, Rui Vargas e DJ Vibe (Tó Pereira) atravessaram gerações, influenciaram tendências, percorreram as grandes transformações da indústria e seus hábitos de consumo, sem nunca se deixarem ficar para trás na relação com o tempo que os foi desafiando, pela vertigem que se impôs, a partir do advento da superdigitalização da música.
Vamos ouvi-los falar da sua paixão pela rádio, da vida nos clubes, da liberdade segura no dancefloor e também dos anos gloriosos da internacionalização da música de dança na década de 90, em que os Underground Sound of Lisbon (USL) tiveram uma grande quota de responsabilidade.
Em suma, o passado revivido em tempo presente, para projetar futuros que parecem englobar a discussão do fenómeno da massificação desta indústria e também da saúde mental, dois aspetos importantes para a vitalidade de uma cultura que começou underground e que se converteu (talvez) excessivamente em overground.

A vizinhança sugere sempre um processo de intimidade e colaboração mais intenso, mas nem sempre a realidade confirma essa ideia. No Westway, temos vindo a investir na relação com o mercado espanhol, ao convidar vários profissionais e artistas/bandas para atuar no Westway LIVE. Neste painel, vamos abordar o estado desta força ibérica e perguntar a quatro figuras experientes e conhecedoras de ambas as realidades se há otimismo para se fazer mais e melhor, e se há probabilidade de se alcançarem melhores resultados nesse processo colaborativo.

O talento português tem sido bem acolhido em diversos mercados internacionais. Neste painel, juntamos dois profissionais que se têm destacado no mercado francês, pelo seu particular interesse pela promoção e circulação de projetos portugueses. Yvan Soyouz – trabalha com Ana Lua Caiano e Fijdu Kitxora – e Yves Tattevin – trabalha com MAQUINA. - falam sobre essa relação particular de representar projetos nacionais em França e sobre possíveis estratégias de crescimento desse talento em terras gaulesas.

O setor da música debate-se atualmente com bastantes problemáticas. Algumas delas passam por corrigir os sistemas de representatividade e por defender a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. A disparidade de género, apesar dos constantes alertas na infoesfera, ainda é uma promessa por cumprir, pelo que é necessário continuar a debater sobre a qualidade das medidas a implementar, para que haja uma mudança efetiva nos métodos e nas escolhas que a indústria da música deve ter em atenção. Um tema que será abordado por um painel de profissionais de diferentes geografias e experiências, para enriquecer a procura de um caminho mais equilibrado.

O selo “The Portuguese Discovery” foi criado para gerar maior visibilidade concentrada do talento português em eventos internacionais de referência, valorizando a cena musical do país além-fronteiras e abrindo horizonte para uma internacionalização mais consistente e mais enquadrada no standard europeu. Jorge Dias, que teve envolvimento no arranque do conceito, e Robin Werner, que acolheu a iniciativa no Reeperbahn Festival, debatem sobre a vitalidade deste tipo de representações e os seus efeitos a médio prazo para a carreira dos artistas.

O cruzamento de contactos e a partilha de áreas de interesse no setor da música é essencial para a expansão do conhecimento e dos negócios. A WHY Portugal promove Pitch Sessions para impulsionar a troca entre profissionais portugueses e estrangeiros, possibilitando o estreitamento de laços e a criação de novas oportunidades de colaboração entre os participantes.

Portugal é um país de festivais excecionais no que toca a escalas e estéticas muito diferentes. Alguns deles, pela sua apurada curadoria e missão vanguardista, tornaram-se referenciais no panorama nacional e internacional, pela capacidade de antecipar tendências e funcionar como mostra do que posteriormente se instala em festivais de maior dimensão. Este taste making é uma tarefa de muito estudo e sensibilidade. Vamos tentar perceber como se desperta para essa competência e como se põem em prática estratégias de programação que produzem resultados e reputação.

O encanto da história de devolver ao presente um objeto que julgávamos nunca ter existido é um acontecimento que merece ser celebrado pela aparente força da sua intemporalidade. O álbum de Carlos Maria Trindade, composto e gravado numa época já distante e agora editado pela Armoniz, de Miguel Augusto Silva, carrega consigo estórias que nos podem inspirar a nunca perder a fé na transcendência da arte, num tempo em que tudo parece desintegrar-se muito rápido. Esta conversa acontece no dia seguinte à apresentação do referido álbum Tédio ao vivo por Carlos Maria Trindade na Igreja de S. Francisco.

Mantemos a tradição de acelerar contactos e desencadear novas relações entre os participantes do Westway MEETING. Inseridos na curadoria do programa da WHY Portugal, os speed meetings geram sempre novas oportunidades e revelam por vezes parcerias inesperadas para o futuro. No espaço amplo do LAB Lounge, com vista para o Castelo de Guimarães, dinamizam-se encontros internacionais carregados de descoberta profissional.

A importância do acesso a financiamentos é decisiva para garantir a pluralidade da paisagem musical, abrir espaço a novas vozes e dar consistência ao desenvolvimento de carreiras, num tempo de tamanha volatilidade e incerteza. Três representantes de outras tantas entidades, que atribuem financiamentos relevantes através de candidaturas, falam da pertinência do sistema de elegibilidade e da forma como essa preparação à submissão das candidaturas não pode ser negligenciada do ponto de vista técnico.

As necessidades cada vez mais incontornáveis da sustentabilidade no setor da música convocam a teoria e a prática para uma junção de esforços no sentido de uma real mudança de paradigma. Neste painel, encontramos a expertise de Carlos Ribeiro – Presidente Executivo do laboratório da Paisagem, entidade responsável pela Capital Verde Europeia 2026 – que nos apresenta um manual de eventos com recomendações de boas práticas e também Rob van Wegen, coordenador do plano de sustentabilidade do Eurosonic, que nos falará do ponto de vista da aplicabilidade de normas que produzem um efeito concreto, naquele que é o mais importante Festival Showcase & Conference europeu.

Em 2020 começa a consolidar a sua identidade artística atual. Pela mão da editora Oso Polita lança a sua primeira mixtape, ‘AMODIOA’ (em conjunto com os produtores 4:40), à qual se seguem vários singles e colaborações que reforçam o seu cunho pessoal, como Dinero Que Vuela com Ben Yart, Vampireando com La Élite, Cada Vez Ke Te Pienso com BRAVA ou Nadie Cuando Lloro com Merina Gris.
A fechar 2023, apresenta o EP ‘AMORRUA’, uma continuação do anterior. 2024 apresenta-se como um ano decisivo. Com mais de 35 concertos confirmados a nível nacional, HOFE leva o seu direto contundente aos palcos de todo o país, apresentando os temas do seu mais recente EP.
Em 2025 iniciou a produção do seu próximo e aguardado álbum.

Inicialmente concebido como um EP descontraído com gravações da formação brasileira da banda (o projeto MONCHMONCH tem membros diferentes em Portugal), o trabalho passou por sucessivas transformações até se tornar um álbum conceptual, construído entre dois continentes e em várias línguas. O conceito central serve de pano de fundo à obra: bilionários colonizam Marte e, a partir de lá, observam — e contribuem para — o colapso da Terra. Os absurdos do mundo pós-moderno são expostos com humor, ironia e um carinho simbólico pelo pão de queijo, transformado aqui numa alegoria de desejo, poder e banalidade. Este cenário narrativo é sintetizado na faixa JEFF BEZOS PAGA UM PÃO DE QUEIJO.
O processo de criação foi marcado por colaborações e circulação entre territórios. A paisagem sonora do álbum — que vai de Viagra Boys a Tom Zé — começou com temas como BOLINHA DE FERRO e CITY BUNDA (um olhar escatológico sobre São Paulo), com contributos de produtores como cleozinhu e Sammy Shirts. Mais tarde, o projeto expandiu-se para Portugal, onde o artista formou uma nova formação da banda com membros de projetos como Baleia Baleia Baleia, Marquise e Conferência Inferno. Foi aí que surgiram novas canções, como VELHOS BRANCOS VELHOS CAREQUINHAS, que reflete as experiências precárias de ser imigrante.

Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

Nos dois anos seguintes, a banda lisboeta deu concertos um pouco por toda a Europa e Estados Unidos, partilhou palco com bandas como os Dehd (EUA), Cola (CA), Ducks Ltd. (CA), Quivers (AUS) e The Lounge Society (UK), e passou por festivais como o South by Southwest, Eurosonic Noorderslag, FOCUS Wales, entre muitos outros.
Em 2025, Guilherme regressou sozinho ao estúdio, determinado a reconectar-se com a identidade da banda e a redescobrir-se enquanto músico, aproximando-se cada vez mais da música de dança. Quando as primeiras demos ficaram prontas, estas novas canções foram levadas para a sala de ensaio, onde os Hause Plants — agora com Hugo Luzio na bateria — passaram o tempo a transformar esboços eletrónicos em temas de dance-punk tocados com instrumentos reais.
O resultado é Shake The Empty Feeling, o álbum de estreia da banda, gravado e produzido por Gordon Raphael (The Strokes, Regina Spektor, Hinds, The Cribs) nos Eiger Studios, em Leeds, onde os quatro músicos gravaram ao vivo enquanto tocavam juntos na mesma sala, ao mesmo tempo. Com lançamento previsto para 2026, Shake The Empty Feeling é um disco sobre amizade, diversão e crescer de forma saudável, e a prova de que os Hause Plants são uma das bandas mais divertidas, entusiasmantes e criativamente inquietas da atualidade.
Para fãs de: sair à noite até horas razoáveis; apresentar amigos a amigos; Brooklyn Lagers; passar tempo em bares; blogs pessoais de nicho.

Um duo que, de forma persistente e quase deliberada, escapa a qualquer rótulo conveniente. E talvez seja precisamente nessa feliz inclassificabilidade que reside um dos traços mais originais do projeto.
No seu fértil deambular por universos sonoros aparentemente distantes, é possível vislumbrar a sombra dos cantautores italianos e brasileiros das décadas de 1960 e 1970, com a sua capacidade de cruzar comentário pessoal e social, fundindo-se de forma inesperada com as visões lisérgicas das cenas rave e trip-hop.
Há também resquícios abrasivos de uma certa estética industrial e, fechando um círculo ideal, sente-se um diálogo subterrâneo com aquela franja da cena alternativa italiana contemporânea que, nos últimos anos, tem reinventado a tradição.

Pedro Sousa (n. 1984, Arcos de Valdevez), artista multidisciplinar residente em Braga, desenvolve o seu trabalho sob o alter ego Cody XV, explorando a relação entre humano e máquina através da composição sonora com sintetizadores analógicos e modulares, software de áudio e técnicas como field recording e sound collage.
Tiago Castro Sampaio é músico, compositor, performer e produtor, com um percurso marcado pela criação de projetos musicais como Grandfather’s House, St. James Park e X It, bem como pela composição para cinema, teatro, dança e moda.

Os City Showcases vão agitar a tarde de sábado com Hate Moss (IT), Hause Plants (PT), Hofe (ES), Humana Taranja (PT), MonchMonch (BR / PT), Tiago Sampaio & Cody XV (PT), que entrarão em ação em diversos espaços da cidade de Guimarães como o Ramada 1930, o Convívio Associação Cultural (Salão Nobre), e o CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura.
O Westway 2026 também vai apresentar, pela primeira vez em território nacional, em parceria com a Why Portugal, o The Portuguese Discovery, iniciativa dedicada à representação internacional da nova música portuguesa com Ana De Llor, Summer of Hate e The Sunflowers.
As novidades agora anunciadas ampliam-se também à programação Westway MEETING, que, em colaboração com a WHY Portugal, revelam novas confirmações que se juntam ao grupo de convidados (inter)nacionais que visita Guimarães nestes quatro dias de primavera. Jess Partridge (European Music Managers Alliance), Hélio Morais (Primavera Tours), Paulo Silva (MED), João Rufino (Bons Sons), Terry Costa (Festival Cordas), Nadine Saize (Freelance), João Lemos (Sonus), Gabriel Nery (Pointlist), Mariana Lois (Festival A Porta), Paola Wescher (Last Tour), Stefan Schurter (Music Managers Forum), Yves Tattevin (Persona Grata), Yvan Soyouz (Soyouz Music), Jorge Dias (GIG Rocks), Miguel Augusto Silva (Armoniz), Carlos Maria Trindade (artista), Jorge Bizarro (WHY Portugal), juntam-se à tribo de profissionais da indústria da música que se preparam para partilhar e pensar o presente e rumos futuros em conjunto com os participantes do Westway em Guimarães.
Estes nomes juntam-se aos convidados previamente divulgados: Dalse Yoonyoung Kong (Zandari Festa, Coreia do Sul), Robin Werner (Reeperbahn, Alemanha), Jordi Fosas (Fira Mediterrània Manresa, ES), Jordi Casadesús (Mercat de Música Viva de Vic, ES), Joyce Jenny Loir (Ancienne Belgique, BE), Eugenio González (La Mar de Músicas, ES), and Ísleifur Thorhallsson (Sena Live / Iceland Airwaves, IS), Cíntia Marques (ARCUPS, associação organizadora do festival Ti Milha, PT). O Westway MEETING conta igualmente com a adição dos moderadores Gordon Masson, Isilda Sanches, Vitor Belanciano ao seu vasto e diversificado programa.
Passes Gerais Westway LIVE disponíveis aqui
Registos Westway MEETING disponíveis aqui

O álbum de estreia, ‘Sudden Light’ (Discotexas, 26 de setembro de 2025), é uma viagem de 11 faixas contemplativas e comunais, que equilibram luz e sombra, emoção crua e precisão eletrónica, vulnerabilidade e poder, conquistando audiências e o apoio de tastemakers globais.
Sudden Light é mais do que um álbum: é uma revelação, uma interrupção luminosa que convida à presença, à conexão e à transformação. Live Over Lisbon é a sua manifestação ao vivo — um concerto suspenso sobre o Tejo, onde a música encontra a luz e Lisboa se torna parte da experiência.

Em abril de 2024, a banda lançou o seu álbum de estreia, SPDS, com aclamação da crítica. Nesse mesmo ano, atuaram para mais de 11.000 pessoas no Roskilde Festival; o concerto no Store Vega esgotou cinco meses antes da data, e o trio prepara-se agora para conquistar o mundo. Só em 2025, atuaram no SXSW, ESN, The Great Escape, SummerStage NYC, Athens Jazz Festival, entre muitos outros concertos pelo mundo.
Em março de 2026, os Smag På Dig Selv lançam o seu segundo álbum pela editora dinamarquesa Stunt.

Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
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O que começa como pura intensidade revela rapidamente algo mais profundo: uma obsessão
por ultrapassar limites, derrubar expectativas e perseguir a próxima mutação sonora. Nenhum
concerto é igual ao outro. Nenhum disco fica parado no tempo. Os seus espectáculos ao vivo
são lendários: gritos primais, culto à distorção e uma energia implacável que se recusa a
abrandar. O caos não é um efeito secundário — é o objetivo.
No fundo, os Sunflowers são sobre imersão total. Esta não é música para ficar em segundo plano
— exige o teu corpo, os teus ouvidos, a tua rendição. Barulhenta, implacável e estranha, tudo
nas quantidades certas.

Ao vivo, essa evolução ganha outra dimensão. O trio transforma o palco num espaço de partilha intensa, onde a energia física da música se mistura com uma honestidade emocional rara. Entre batidas hipnóticas, momentos de catarse e uma presença magnética, há algo de genuinamente contagiante na forma como se apresentam — não é apenas um concerto, é uma experiência sensorial que se vive no corpo e fica na memória.
Há também uma história de crescimento, comunidade e resistência que se sente em cada tema. O caminho DIY, a construção paciente de uma identidade e a liberdade criativa que conquistaram fazem de PVA uma banda no ponto certo para ser descoberta ao vivo. Ver este concerto é assistir a um coletivo no auge da sua expressão — intenso, íntimo e absolutamente imperdível.

A saga sonora dos TRAVO deu sinais na cena musical underground com o lançamento do seu segundo álbum "Sinking Creation", em fevereiro de 2022. Este lançamento catapultou a banda para a vanguarda dos palcos nacionais e internacionais, preparando o cenário para uma montanha-russa de exploração sonora que definiria o seu caminho. "Sinking Creation" deu origem a uma revolução de som cru e não adulterado que eles têm usado como uma arma sonora desde então.
A essência inconfundível dos TRAVO é forjada nos seus espetáculos ao vivo, onde os limites entre realidade e êxtase auditivo se confundem. As performances ao vivo transcendem meros concertos; são erupções de energia psicadélica, cativando o público com a intensidade de um surto de rock n’ roll. Dos berros, guturais, aos eletrizantes solos de guitarra, TRAVO possuem uma habilidade fantástica de fazer de cada performance uma experiência visceral.

Em 2022 lançaram o seu álbum de estreia de estúdio Love Is Dead! Long Live Love! com apoio da Fundação GDA, que chamou a atenção da cena alternativa portuguesa.
Em 2026 veio a lume Blood & Honey, um álbum duplo que explora dois lados contrastantes — Blood, mais experimental e ligado a texturas shoegaze e ritmos ecuménicos; e Honey, que amplia a vertente pop/psicadélica e sonoridades britpop e slowcore — consolidando a sua reputação como um dos projectos mais originais da cena psicadélica portuguesa.

Artista desde que se lembra, o trajeto de De Llor levou-a da solidão do seu quarto até palcos internacionais, onde cantar se tornou a sua mais verdadeira forma de expressão. A sua inspiração nasce do clash entre as tradições folclóricas portuguesas e a sua experiência vivida enquanto mulher queer a navegar o mundo - partindo de encontros profundamente pessoais e universais moldados pela forma como a sociedade a percepciona.
Uma verdadeira visionária a dirigir todo o seu universo visual, De Llor prepara-se agora para lançar o seu trabalho mais ambicioso até à data - um álbum bilingue, com edição em 2026, que honra a sua comunidade ao mesmo tempo que alcança muito para além dela, cimentando a sua posição como uma nova voz audaz no avant-pop europeu

Em 2018 e 2019, respectivamente, compôs a banda sonora de dois documentários, 2077 – 10 Segundos para o Futuro e Deus Cérebro, ambos produzidos pela RTP. Em 2023, estreou-se o espectáculo Vitral Submerso. As suas obras fundem sons electrónicos e acústicos, sendo Maria Trindade considerado uma figura pioneira na produção e experimentação com música elétrica.
Em 2025, veio a lume o álbum perdido de Carlos Maria Trindade, gravado em 1982 por alturas de "Amor" (Heróis do Mar). Descrito pelo próprio como cold wave, "Tédio" é na verdade mais leve do que a média no género representado, por exemplo, por John Foxx e Gary Numan, os primeiros Human League.

"Good for the Soul" foi lançado em setembro pela editora Strap Originals, de Peter Doherty. Produzido por Ross Orton (Arctic Monkeys, Amyl & The Sniffers, The Fall, Working Men’s Club), é uma montanha-russa de surpresas em que a banda percorre um post-punk intenso e eletrónica rápida, habitando um mundo de reflexões sombrias, próprias das horas tardias. Tornaram-se presença habitual na playlist da BBC 6 Music, conquistando ainda apoio de publicações como Clash, DIY, The Line of Best Fit, Louder Than War, Rolling Stone UK, So Young e muitas outras.

O projeto Scúru Fitchádu nasce em meados de 2016, estreando o primeiro EP homónimo "Scúru Fitchádu" no ano seguinte, trabalho este fortemente sustentado na experimentação e quebra de barreiras sonoras. Em Janeiro de 2020 é lançado o primeiro longa duração intitulado "Un Kuza Runhu" [Uma coisa ruim], confirmando ainda mais a exploração e cruzamento distinto de sonoridades, valendo o lugar nas listas dos melhores álbuns lançados desse mesmo ano pelos meios especializados, que ainda consideram este um dos projetos mais frescos e vitais dos últimos tempos da música nacional.
O novo álbum “Griots i Riots” foi lançado já no primeiro semestre de 2025.

"The maccaia", o novo álbum de Gaia Banfi, refere-se a uma condição meteorológica particular que ocorre exclusivamente no Golfo de Génova, quando sopra o vento de siroco, o céu se cobre e a humidade atinge níveis muito elevados, criando assim uma espécie de nevoeiro que paira sobre o mar e se funde com ele. Paolo Conte já a descreveu no seu famoso Genova per noi — diz Gaia. A minha paixão pela imagem e pela observação leva-me sempre a aproximar-me o máximo possível, a nível sensorial, dos sons e das visões. Por isso, tentei visualizar como seria ouvir o meu álbum enquanto o nevoeiro se estratifica sobre o mar.

A discografia da banda inclui:
2025 - Cringe Is The New Sexy - EP
2024 - Me, Money & Politics - EP
2023 - Vibrato bz bz blop - Single
2023 - Do Things Right - Single
2023 - Follow No One - Single

XEXA continua indefinida, pairando sobre as suas origens, influências e pontos de referência. A sua música é informada por ecos de tudo isso, processando herança e futuro de forma igualmente democrática, segura do seu (dela!) caminho. Por mais sintético que soe, Kissom contém o elemento profundamente humano da presença de Xexa, não só através da sua voz etérea, instantaneamente reconhecível, mas também manifesto na teia de grooves que ficam aquém da pista de dança. Kizomba 003 é o momento em que mais se aproxima do dancefloor: uma versão depurada do estilo popular da kizomba, uma interpretação discreta, mas com as vozes atipicamente altas na mistura. Um breve sopro de nostalgia. Kissom (faixa-título) prolonga o andamento lento, quase como uma versão estendida de Kizomba 003, alongando o balanço sensual por quase mais quatro deliciosos minutos.

Em 2026, o Westway reforça o trabalho em rede entre Portugal e Espanha, convocando também outros países do sul da Europa e periferias geográficas promotoras de talento.
No campo do Westway MEETING, esta edição de 2026 dará as boas-vindas, juntamente com a WHY Portugal, a um reputado grupo de convidados internacionais como: Jordi Fosas (Fira Mediterrània Manresa, ES), Jordi Casadesús (Mercat de Música Viva de Vic, ES), Joyce Jenny Loir (Ancienne Belgique, BE), Eugenio González (La Mar de Músicas, ES), and Ísleifur Thorhallsson (Sena Live / Iceland Airwaves, IS), Cíntia Marques (ARCUPS, associação organizadora do festival Ti Milha, PT), estando ainda muitas novidades por surgir.
Os registos para acesso e participação no Westway MEETING desta próxima edição encontram-se já abertos com modalidades promocionais. Esta edição do Westway apresenta assim uma nova modalidade dirigida aos menores de 35 anos de idade: Young Delegate Pass - U35 (25 euros); e disponibiliza o Delegate Pass - Early Bird (40 euros) até final de dezembro de 2025.
Outra novidade que esta 13ª edição introduz é a oportunidade de formação direcionada a jovens profissionais da música que o Westway estreia em abril de 2026, em Guimarães, numa iniciativa lançada pela WHY Portugal e pela Audiogest.
Nesta 13ª edição, o Westway volta a cumprir a sua tendência sinérgica, amplificando também as parcerias e as novas oportunidades daí resultantes, avançando em conjunto com parceiros como a Fundação GDA, WHY Portugal, Bando à Parte, Audiogest, European Talent Exchange (ETE), Canal 180 e Antena 3. Motivo que lembra o facto da banda portuguesa selecionada para representar Portugal na próxima edição do Eurosonic ser Fidju Kitxora, projeto que teve destaque na edição de 2025 do Westway.
Registos disponíveis aqui.

O Europa Criativa é o Programa da UE para os setores culturais e criativos, com foco na colaboração internacional. Existem várias oportunidades para o setor musical europeu, especificamente nas calls “European Cooperation Projects”, “Culture Moves Europe” e “Music Moves Europe”. Igualmente relevante é o concurso “Creative Innovation Lab”, o qual procura projetos que unam o setor audiovisual e o setor musical, com uma abordagem tecnológica inovadora e estrutural. Durante esta sessão, será apresentada uma visão geral destas calls, bem como algumas dicas importantes sobre o processo de candidatura.
Creative Europe is the EU programme for the cultural and creative sectors, with a focus on international collaboration. There are many opportunities for the European music sector within other funding calls of the programme, specifically the calls “European Cooperation Projects”, “Culture Moves Europe” and “Music Moves Europe”. Equally relevant is the call “Creative Innovation Lab”, which looks for projects that join the audiovisual sector with the music sector, with an innovative, structural technological approach. During this session, participants will get a general overview of these calls and some key tips about the application process.


Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

Showcase festivals are national music industry events that provide a platform for artist discovery, business networking and education. They combine live music performances, conference programmes and trade shows.
This makes them the innovation hubs of the music industry. Whether it’s about artist discovery, professional education or capacity building, it all happens there. By connecting those hubs, INES will create a united and strong European music market.

Violetta Zironi é uma artista italiana com carreira internacional que participou em edições anteriores do Westway LAB – nas residências artísticas e nos showcases. Alguns anos depois, Violeta regressa ao Westway MEETING para falar sobre a sua estratégia de gestão de carreia enquanto artista independente e das suas ideias revolucionárias para enfrentar as alterações de mercado. Um testemunho inspirador sobre um novo olhar para a concretização do sonho que é continuar a criar de forma independente. Esta sessão será por via digital, em direto, devido à impossibilidade de presença física da artista.

Os festivais de verão tornaram-se imagem de marca de muitos territórios em busca de notoriedade, afirmação cultural e riqueza económica. João Carvalho dirige dois dos mais importantes festivais em Portugal – Paredes de Coura e Primavera Porto – que têm a particularidade de se distinguirem pela geografia e contextos em que operam. Vamos cruzar visões sobre a experiência de organizar festivais em contexto rural e mais interior com uma outra mais disseminada de centralizar as operações em centro urbano e até costeiro. Qual o modelo com melhor vibração? Qual a opção com mais futuro?

Paulo Furtado é um artista multifacetado e bastante bem sucedido, na forma como tem gerido a sua carreira e curva de vitalidade artística. A relação criativa com o cinema começou a desenhar-se muito cedo, campo artístico onde tem sido distinguido por diversas vezes (Prémio Sophia) pelas bandas sonoras que produziu para diversos realizadores (ex: Rodrigo Areias). É nesse eixo de cumplicidade artística que The Legendary Tigerman vem falar e mostrar este seu universo imagético e sonoro, forte e referencial, abordando também esse binómio de decisão que se coloca um artista, entre seguir o caminho artístico puro e duro e a necessidade de sobrevivência financeira no circuito independente.

A circulação internacional é vital para a longevidade da carreira de artistas e profissionais do setor a eles ligados. Neste painel internacional serão levantadas algumas questões importantes tais como: que critérios utilizam os programadores na escolha de talento internacional; O que é que ainda funciona e o que é que se converteu em obstáculo; ou até, qual o impacto atual das residências artísticas nas colaborações internacionais. Procuram-se respostas orientadoras ou apenas especulações que permitam sedimentar o caminho das estratégias de internacionalização.

Investigador na Universidade de Roterdão, Frank Kimenai é um dos principais rostos deste novo importante trabalho sobre o ecossistema musical europeu. Esta sessão é dedicada à apresentação do estudo e à abordagem detalhada sobre alguns aspetos reveladores desta nova realidade, fundamentada por métodos científicos. Uma sessão a olhar para o futuro como forma de preparação do caminho que se abre à nossa frente de forma vertiginosa e mutante. Uma ferramenta indispensável para conhecimento mais profundo da importância da música no espaço europeu e seu revigoramento na sociedade.

O Keynote final do Westway MEETING promete ser um encontro imperdível para amantes da música e do cinema. Uma conversa entre dois realizadores reconhecidos internacionalmente, com universos de criação muito próprios que sempre colocaram a música num lugar particular da sua criação cinematográfica. Esta sessão inscreve-se na evolução que o Westway propõe do vetor “sound & image” e abordará a construção de paisagens imaginárias, bem como os formatos de cine-concerto que possibilitam a circulação das obras na relação com a música. Este é apenas o ponto de partida para uma conversa que, tal como os seus filmes, irá seguramente surpreender.

A liberdade criativa é muitas vezes condicionada pelo mercado e pelas suas tendências. No Westway LAB, desde a sua primeira edição que defendemos a criação como um dos vetores prioritários capazes de desbloquear padrões e configurações impostas pelo setor, permitindo um cruzamento de geografias, influências e métodos de trabalho novos. Mafalda Costa e Vile Karimi conheceram-se no LAB (artistas-em-residência) e viveram uma semana de partilha criativa, dando origem a dois showcases com música original. É da importância dessa dimensão de liberdade criativa – sonhar – que falam nesta sessão, a não perder.

Outro mundo verde: uma busca consciente pela escuta e pelo cuidado. Como pode a música tornar-se um canal sério para ativar um sentido global de cuidado com o planeta Terra? É tempo de mapear ideias e estratégias importantes que vão além do óbvio, que devolvam a esperança à liderança de uma nova geração. Construir um eixo e agregar forças para um mundo livre de carbono, impulsionado por uma verdadeira banda sonora regenerativa. Nis Bogvad conselheiro da EARTH/PERCENT fala-nos do projeto e Carlos Ribeiro, diretor executivo do Laboratório da Paisagem, ajuda-nos a perceber o que vai acontecer em Guimarães Capital Verde 2026, com, possivelmente, a ajuda da música entre outras coisas.

Sara Machado + Susana Costa Pereira


Num mundo em mudança acelerada, a acumulação de tarefas e competências parece ser uma realidade imparável. No domínio da relação humana e da gestão de sensibilidades no aconselhamento aos artistas, os managers ocupam uma função de ligação entre várias necessidades. Qual o real papel do manager no quadro atual do setor da música e de que forma é que a velocidade dos acontecimentos permite maturar decisões em conjunto, para que os olhares singulares dos artistas sejam respeitados?

Nesta sessão, teremos um painel representado por três das principais forças municiadoras de programas dedicados à internacionalização no campo da música. O objetivo passa por reforçar a claridade na adesão aos processos de financiamento, às lógicas de atribuição e ao debate sobre fragilidades e forças a resolver neste campo de permanente procura por parte de artistas.

O fundamental papel da integração da nova geração no circuito de decisão está em discussão. Está a ser feito de forma satisfatória ou ainda é demasiado conservador na sua hierarquia? Quais as principais dificuldades sentidas nesta procura de oportunidades por parte de quem chega de forma jovem aos núcleos organizativos do setor da música? As novas tendências artísticas e os modos de consumo cultural pelos olhos da nova geração.

A artista venezuelana a viver em Berlim, vai falar-nos da sua adaptação ao território cultural europeu e como é que esta mudança está a ser concretizada. Quais os aspetos mais desafiantes neste processo de continuar a desenvolver a sua matriz cultural fora do seu contexto e que influências foi absorvendo pelo caminho. Que lugar de chegada é este que constitui um novo ponto de partida artístico e cultural?

Nesta sessão, a WHY Portugal organiza uma seriação de apresentações de projetos, artistas e entidades que se movem em terreno criativo e que fomentam o talento musical com potencial de internacionalização. Trata-se de uma amostra indicativa do tecido musical que nos permite situar perante novas possibilidade de relação profissional e intercâmbio gerador de novas oportunidades de negócio.

O setor da música está em mudança. Deseja-se pluralidade e igualdade de oportunidades. Tiffany Fukuma e Naomi Palmer são duas mulheres referenciais nesse campo de trabalho, em busca de um ecossistema mais saudável e sustentável. Uma conversa para produzir pistas, orientações e aconselhamentos, sobre a necessidade de converter o setor da música numa natureza mais polifónica.

Um dos assuntos do momento é a utilização da Inteligência Artificial (IA) nos processos criativos. Duas mentes especializadas nesta matéria são o realizador Edgar Pêra, que acaba de produzir o primeiro filme feito em Portugal recorrendo a IA e Turo Pekari da Music Finland, que tem vindo a explorar várias potencialidades no campo da música e da tecnologia. Um painel incrivelmente futurista que vai abordar o potencial criativo da IA e a sua implicância ética. Já não é uma questão de se perguntar se vai mudar a música e o cinema, mas antes, como vai mudar estes campos artísticos?

A ARDA é um espaço referencial para o ensino da música em Portugal e também de muitas variantes profissionais ligadas à sua indústria. Ficaremos a conhecer melhor este centro de formação potenciador de talento e das suas formas de integração no mercado, bem como toda a sua atividade preenchida por diversas ações interligadas. Os desafios, as oportunidades e a visão sobre o setor a partir de um centro de talentos que é transmissor de conhecimento.

O Canal 180 é um dos projetos audiovisuais mais arrojados da televisão portuguesa. A sua capacidade de colocar a dimensão artística na linha da frente do critério editorial apresentando conteúdos inovadores e formatos inesperados surpreende, num mundo hiper padronizado e orientado para o consumo compulsivo. João Vasconcelos, o homem do leme, vem falar desta aventura e revelar se a sua visão parte de uma utopia ou de uma teimosia.

As relações de proximidade num contexto de sustentabilidade e circularidade são cada vez mais importantes. A ligação entre Portugal e Espanha tem tido avanços e recuos. Procura-se agora uma maior consistência colaborativa nesse objetivo de sinergia ibérica para o setor da música. Juntam-se protagonista de ambos os países para trocar ideias e intensificar objetivos que passam por concretizar novos horizontes de impulso artístico e de negócio.

Ricardo Bramão (Talkfest) e Michel Attia (FM4) conversam sobre um olhar largo e importante na formação de cadeias colaborativas, cujos formatos diversos são fundamentais para gerar transmissão de conhecimento e sinergias múltiplas. A arte do encontro por diversas vias e a força de pensar em conjunto são práticas fundamentais para continuar a alavancar as mudanças que desejamos no setor. A visão de duas pessoas implicadas, com a vontade de contribuir para um bom desenvolvimento do ecossistema da música.

A deteção de talento está no centro do desenvolvimento do setor na música. Duas figuras importantes de outros tantos festivais europeus (SPOT e Reeperbahn) vêm conversar sobre o futuro e sobre as suas visões de como descobrir e promover talento num formato de festival. Quais os desafios e estratégias para a renovação da originalidade no campo da música e artes associadas? Uma conversa com dois experientes profissionais nesse importante papel de aposto no talento emergente.

As mudanças de ciclo no setor da música são cada vez mais rápidas, obrigando os agentes e managers a uma adaptação sucessiva. José Costa, além de músico (Ecos da Cave) é o cérebro por trás da Banzé, que tem representado, ao longo de décadas, muitíssimos artistas e promovido eventos de grande notoriedade (ex: Sons de Vez) mas também feito carreira internacional com variadíssimos projetos. Nesta sessão, vamos atravessar o seu diário com estórias deliciosas e perceber como é que esta longevidade tem sido conquistada num meio de grande incerteza e oscilação. Finalmente, o que poderemos esperar do futuro a partir dos seus olhos.

Neste segmento do programa, encontramos Tó Trips e as suas estórias. Um artista autêntico, íntegro e conhecedor das muitas transformações do setor, capaz de nos encantar com as suas visões e os seus múltiplos projetos (ex: Lulu Blind, Dead Combo, Club Makumba). Escutaremos com atenção, de uma forma orgânica, a sua sabedoria enraizada numa prática independente e dialogante com contextos sociais e artísticos em permanente metamorfose, capazes de gerar novos imaginários únicos. Esta sessão será uma road trip verbal pela sua carreia e por ideias que possam orientar e inspirar a nova geração de artistas num tempo de mudança acelerada

A curadoria da WHY Portugal no Westway MEETING promove o encontro e o intercâmbio entre todos os agentes do setor da música, ligando a cena nacional e internacional, através de ações de speed meeting que possibilitem um maior conhecimento mútuo das entidades e profissionais presentes, bem como um abrir de campo para fortalecimento de relações ou até mesmo um iniciar de novas colaborações no território europeu. Trata-se de incentivar o empoderamento da diversidade e a troca de conhecimento para gerar novos projetos, novos negócios, rumo a uma circularidade sustentável.

PROGRAMA
10h00 » Discurso de abertura
Américo Rodrigues (Diretor-Geral das Artes) online
Paulo Lopes Silva (Vereador da Cultura da CMG e Presidente d’A Oficina)
10h30 - 12h30
Painel: A efervescência do ecossistema musical e o valor acrescentado do trabalho em rede.
Sendo a música um forte instrumento para a criação de comunidade, transformação de economical local e de expressão artística, sente-se como vital o desenvolvimento de um trabalho de campo permanente, que convoque todos os constituintes deste importante ecossistema para otimização do seu funcionamento.
O objetivo deste debate é promover uma conversa circular para identificar, problematizar e resolver naturezas de colaboração no campo da música. Um olhar coletivo para reforçar a busca de estratégias de proximidade, articulação e comunicação que favoreçam o trabalho em rede, dentro de um sistema configurado (RTCP), mas pensado para empoderar o papel das artes no território nacional e operar na sua coesão.
Luís Fernandes (Theatro Circo), Mónica Guerreiro (Ponto C), Rui Teigão (DGArtes)
Moderação: Inês Nadais
12h30 – 15h00 – Pausa para Almoço
15h00 – 17h00
Local: Palácio Vila Flor
Mesas Redondas
Tarde de trabalho para fomentar o conhecimento entre programadores/as, agentes, artistas e gerar ideias para um melhor funcionamento do trabalho em rede no campo da música.
> até um máximo de 20 participantes em cada mesa
1. Acessibilidades: Música para Todos
Tópicos: Democratização do acesso à educação e prática musical
2. Sustentabilidade - Estruturas: Espaços Musicais do Futuro
Tópicos: O papel das estruturas culturais na viabilização da música independente
3. Internacionalização: Música Sem Fronteiras
Tópicos:
- O impacto das redes e circuitos internacionais na carreira de músicos e produtores
- Parcerias e intercâmbios culturais: desafios e oportunidades
4. Sustentabilidade - Mobilidade Cultural: Música em Movimento
Tópicos: A descentralização da oferta cultural e o estímulo a circuitos regionais
17h15
Considerações finais
17h30
Encerramento
___

A sessão final do Westway MEETING abre com um pequeno-almoço entre amigos e segue para uma info session de assuntos práticos sobre a edição corrente, fechando com uma mesa redonda de balanço sobre a experiência da 12ª edição e anunciando as novas datas, bem como as linhas de força que darão origem aos trabalhos do conselho consultivo em maio. Um epílogo que lança outro começo, em crescendo até 2026.
O dia termina com agradecimentos e notas breves.

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12,00 EUR | COMPRAR
Acesso a todos os concertos, até à lotação das salas, por ordem de entrada
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