Beatriz Madruga
Guitarrista e produtora natural do Porto. Estudou no ensino profissional na Escola Profissional de Música de Espinho, onde estudou Guitarra Clássica (2011-2016). Durante a sua formação, teve a oportunidade de partilhar o palco com artistas como Tó Trips, Carlos Azevedo e Rita Maria, entre outros, enquanto integrava a Orquestra de Jazz de Espinho.
Posteriormente, aprofundou os seus estudos em guitarra jazz no Conservatório de Música de Coimbra (2016-2017), onde foi guitarrista do ensemble vencedor da Festa Do Jazz no Teatro S.Luiz, em Lisboa.Em 2022, concluiu a licenciatura no curso de Guitarra Jazz, no Prins Claus Conservatorium, em Groningen, Países Baixos. Deu início ao seu percurso na produção musical em 2021, ao compor a banda sonora para o desfile da marca El Amor de La Calle, apresentado na Fashion Week de Lisboa.
Em 2022, lançou o seu primeiro álbum, intitulado "Oxalá", uma compilação de obras escritas para guitarra clássica entre os 13 e os 23 anos de idade. Este trabalho reflete as suas influências clássicas e jazzísticas, ao mesmo tempo que evidencia uma forte raiz portuguesa e um caráter íntimo. Logo após a gravação do álbum, sofreu uma lesão de nervo que a incapacitou de tocar durante dois anos. Durante esse período, dedicou-se à reabilitação, ao mesmo tempo que aprofundou os seus conhecimentos em produção musical, expandindo assim a sua abordagem artística e explorando novas possibilidades sonoras. Em 2024, voltou aos palcos no âmbito das apresentações do FAÍCC, apresentado no Teatro Campo Alegre, Porto, onde colaborou com Sílvia Pera e Marine Perruchoud, criando a banda sonora para a apresentação e concluiu a sua primeira música com guitarra e eletrónica.
Em 2025, integrou a banda de MALVA para os concertos do novo álbum "Poros", a tocar guitarra eléctrica.
Carolina Viana
Carolina Viana deu-se a conhecer em redoma, dupla portuense de sonoridade rap e ritmo
desconstruído e poético, que formou com a produtora Joana Rodrigues.
Em 2023, dá um passo a solo para fora da redoma, em busca de uma linguagem individual. Assume a personalidade artística de MALVA, nome dado às flores que aceleram a cicatrização de feridas, e edita o primeiro single ‘extremidades’. A estreia, em nome próprio, retrata os limites do corpo e da alma e os excessos conscientes e inconscientes dessas limitações, através de uma sonoridade crua e visceral.
Após ‘extremidades’, colabora com INÊS APENAS na faixa ‘Tensa’, escrita por ambas e produzida por Joana Rodrigues, com entrada direta na EQUAL Global, playlist editorial do Spotify.
Em outubro de 2023, MALVA lança o seu primeiro álbum a solo, ‘vens ou ficas’, um conjunto de canções que lhe tem vindo a dar a oportunidade de se apresentar em diversos palcos, tais como o do Festival MATE, o do Maus Hábitos, o do Festival Emergente (Music Box), Hard Club, Bons Sons, NOS Alive, entre outros.
Em 2025, edita ‘poros’ o seu segundo álbum, para o qual convidou Mimi Froes, Bia Maria, Miguel Marôco, Francisco Fontes e Luís Duarte Moreira para se juntarem a si na composição ou interpretação das canções que compõem este segundo longa duração.
