2026 LIVE

Dias

2026.04.08
2026.04.09
2026.04.10
2026.04.11
SÁBADO, 11 ABRIL, 16H30
RAMADA 1930
Concertos na Cidade
Hause Plants (PT)
Em 2022, poucos meses depois de formar os Hause Plants, Guilherme Machado Correia mudou-se para Brooklyn com os restantes membros da banda, em busca do sonho de fazer música e sair à noite numa grande cidade. Inspirados pela série Girls, blogs dos anos 2000 e muitos discos dessa era, os Hause Plants foram rapidamente acolhidos pela cena indie que encontraram em Nova Iorque.

Nos dois anos seguintes, a banda lisboeta deu concertos um pouco por toda a Europa e Estados Unidos, partilhou palco com bandas como os Dehd (EUA), Cola (CA), Ducks Ltd. (CA), Quivers (AUS) e The Lounge Society (UK), e passou por festivais como o South by Southwest, Eurosonic Noorderslag, FOCUS Wales, entre muitos outros.

 

Em 2025, Guilherme regressou sozinho ao estúdio, determinado a reconectar-se com a identidade da banda e a redescobrir-se enquanto músico, aproximando-se cada vez mais da música de dança. Quando as primeiras demos ficaram prontas, estas novas canções foram levadas para a sala de ensaio, onde os Hause Plants — agora com Hugo Luzio na bateria — passaram o tempo a transformar esboços eletrónicos em temas de dance-punk tocados com instrumentos reais.

 

O resultado é Shake The Empty Feeling, o álbum de estreia da banda, gravado e produzido por Gordon Raphael (The Strokes, Regina Spektor, Hinds, The Cribs) nos Eiger Studios, em Leeds, onde os quatro músicos gravaram ao vivo enquanto tocavam juntos na mesma sala, ao mesmo tempo. Com lançamento previsto para 2026, Shake The Empty Feeling é um disco sobre amizade, diversão e crescer de forma saudável, e a prova de que os Hause Plants são uma das bandas mais divertidas, entusiasmantes e criativamente inquietas da atualidade.

 

Para fãs de: sair à noite até horas razoáveis; apresentar amigos a amigos; Brooklyn Lagers; passar tempo em bares; blogs pessoais de nicho.

2026.04.11 Hause Plants
SÁBADO 11 ABRIL, 18H00
CAAA
Concertos na Cidade
MonchMonch (BR/PT)
Algo entre uma banda sonora para o fim do mundo e ecos de uma realidade interplanetária — é assim que soa MARTEMORTE, o álbum que o artista brasileiro MONCHMONCH lança pela editora portuguesa Saliva Diva, em colaboração com a Seloki Records. Gravado entre o Brasil e Portugal, o trabalho do artista de punk experimental é acompanhado por uma banda desenhada com interpretações visuais das nove faixas do disco. O lançamento inclui também uma edição em vinil — com um lado B exclusivo que não estará disponível nas plataformas de streaming. O artista irá fazer uma digressão por Portugal para apresentar...

Inicialmente concebido como um EP descontraído com gravações da formação brasileira da banda (o projeto MONCHMONCH tem membros diferentes em Portugal), o trabalho passou por sucessivas transformações até se tornar um álbum conceptual, construído entre dois continentes e em várias línguas. O conceito central serve de pano de fundo à obra: bilionários colonizam Marte e, a partir de lá, observam — e contribuem para — o colapso da Terra. Os absurdos do mundo pós-moderno são expostos com humor, ironia e um carinho simbólico pelo pão de queijo, transformado aqui numa alegoria de desejo, poder e banalidade. Este cenário narrativo é sintetizado na faixa JEFF BEZOS PAGA UM PÃO DE QUEIJO.

O processo de criação foi marcado por colaborações e circulação entre territórios. A paisagem sonora do álbum — que vai de Viagra Boys a Tom Zé — começou com temas como BOLINHA DE FERRO e CITY BUNDA (um olhar escatológico sobre São Paulo), com contributos de produtores como cleozinhu e Sammy Shirts. Mais tarde, o projeto expandiu-se para Portugal, onde o artista formou uma nova formação da banda com membros de projetos como Baleia Baleia Baleia, Marquise e Conferência Inferno. Foi aí que surgiram novas canções, como VELHOS BRANCOS VELHOS CAREQUINHAS, que reflete as experiências precárias de ser imigrante.

2026.04.11 MonchMonch
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